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P. T. Anderson fala acerca da escrita do seu novo filme

    “Tell the story! Tell the story! That’s what I saw in The Treasure of the Sierra Madre. The films that I love are very straightforward stories, like really old-fashioned stuff. I’ve never been a fan of whimsical or confusing storytelling.” With There Will Be Blood, he says, “it was such a great feeling – cutting things out, slashing away. I didn’t have any desire I might have had 10 years ago to shoot every single word that I wrote.”

    That ability – to slash away – comes with experience and growing confidence, I suggest, and he responds eagerly: “I think so, yeah. That’s definitely what it is. You feel more comfortable in your own skin and learn that omitting things is the same as writing things.”

    Paul Thomas Anderson

    O argumentista e realizador Paul Thomas Anderson

    O Guardian publicou uma excelente entrevista com o argumentista e realizador Paul Thomas Anderson (“Magnolia”, alguém se lembra?) acerca do seu novo filme “There will be blood”.

    Entre outros excelentes conselhos, destaco o da última frase que reproduzi acima: “omitir coisas é o mesmo que escrever coisas”. Ou, dito de outra maneira, num guião é tão importante o que decidimos omitir como o que decidimos incluir. Muitas vezes, até mais, porque o que escrevemos pode ser cortado por alguém, mas o que não escrevemos dificilmente vai ser alguma vez filmado.

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