O truque final do Final Draft

O Final Draft foi o primeiro programa profissional de escrita de guião que eu adquiri. Foi com ele que escrevi o meu primeiro telefilme, o "Mustang", e acompanhou-me durante muito tempo.

Recentemente fui seduzido por outras alternativas, nomeadamente o MovieMagic Screenwriter e o CeltX. Principalmente por uma razão muito simples: volta não volta o Final Draft 7 (a versão actual) tinha a tendência para "estourar" no momento em que eu fazia "save", deixando-me a olhar para o écrã onde o meu guião tinha estado antes. Nunca perdi nada de muito importante, mas foi o suficiente para me irritar.

Até que, a semana passada, o Paolo Marinou-Blanco me ensinou "o segredo": basta não colocar letras acentuadas, traços ou outros símbolos nos nomes dos documentos. Usando apenas letras sem acentos e números, estamos safos. Comecei a fazer isso e, de repente, o Final Draft ganhou de novo todo o seu charme. Vou continuar a testar este truque e, se houver novidades, colocarei aqui.

João Nunes

João Nunes é um autor, guionista e storyteller apaixonado por contar estórias e ajudar outras pessoas e marcas a contar as estórias delas. Divide o seu tempo entre Portugal, Brasil e Angola, tendo já escrito mais de 3500 páginas de guiões produzidos de longas metragens, telefilmes, séries de televisão e curtas.

1 thought on “O truque final do Final Draft”

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