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“Quando alguém nos contrata para escrever um guião está a fazer-nos um elogio de proporções inimagináveis. Estão a pagar-nos para colocar marcas pretas numa folha de papel. Estão a dizer-nos, “Aqui tens um monte de dinheiro… agora conta-nos uma estória”. Se conseguirem encontrar algo mais extraordinário do que isto, por favor digam-me”. — J. Michael Strackzynski

    “Quando alguém nos contrata para escrever um guião está a fazer-nos um elogio de proporções inimagináveis. Estão a pagar-nos para colocar marcas pretas numa folha de papel. Estão a dizer-nos, “Aqui tens um monte de dinheiro… agora conta-nos uma estória“. Se conseguirem encontrar algo mais extraordinário do que isto, por favor digam-me”.

    — J. Michael Strackzynski, “Why I Write”, Creative Screenwriting Novembro/Dezembro 2009

    3 comentários em ““Quando alguém nos contrata para escrever um guião está a fazer-nos um elogio de proporções inimagináveis. Estão a pagar-nos para colocar marcas pretas numa folha de papel. Estão a dizer-nos, “Aqui tens um monte de dinheiro… agora conta-nos uma estória”. Se conseguirem encontrar algo mais extraordinário do que isto, por favor digam-me”. — J. Michael Strackzynski”

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      1. Com um pequeno detalhe – em Portugal nunca é um monte de dinheiro; é mais tipo um montinho, uma saliência, uma pequena protuberância de dinheiro.

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