Curso de guião

O seu sonho é escrever um guião, mas faltam-lhe as bases para isso? Teve uma ideia que daria uma boa estória, mas não sabe por onde começar? Quer realizar um filme, mas não há meio do guião se escrever sozinho?

Não se preocupe – a sua busca chegou ao fim.

Nesta página encontra os artigos que estou a publicar para um curso de introdução à escrita para cinema e televisão. Quando todos estiverem publicados darão uma abordagem geral às noções básicas de escrita do guião ou, como dizem no Brasil, de roteiro.

A sua leitura é gratuita e está convidado a explorá-los ao seu ritmo. Mas lembre-se: nada substitui a prática. Para aprender a escrever guiões tem de ver bons filmes, ler muitos guiões e, sobretudo, sentar-se e escrever muitas páginas.

Boas escritas.

Curso #12: O protagonista

Quem não gostaria de ter escrito já um personagem tão fascinante como Michael Corleone? Neste artigo do Curso explico porque é que um bom protagonista não tem de ser um protagonista bom.

Curso #11: Estruturar a ideia

Estrutura. O conceito não é fácil de explicar, pois está muito intimamente relacionado com o enredo. Mas neste novo artigo do Curso Rápido de Guião vou fazer uma tentativa.

Curso #10: O enredo

Seleccionar e organizar os acontecimentos que compõem um enredo, de uma forma económica e atractiva, é uma das principais tarefas do guionista. É sobre ela que nos vamos debruçar neste artigo.

Curso #9: Conflitos e surpresas

Um bom filme coloca no início uma questão dramática forte que o espectador vai querer ver respondida antes do final. Mas o que vem a seguir?

Curso #8: Dar forma à ideia – loglines

Entre a primeira versão de uma ideia, que está apenas na nossa cabeça, e a sua versão final escrita na forma de guião, uma estória pode ser materializada de várias formas, progressivamente mais complexas. Neste artigo descrevo a primeira delas, a logline.

Curso #7: Dar forma à ideia

O Curso Rápido de Guião regressa com mais um artigo. Depois de encontrar a ideia certa para o guião que queremos escrever, chega a altura de começar a dar-lhe forma. Para isso temos de descobrir qual a questão dramática da nossa estória, e que elementos a compõem.

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