Ferramentas do guionista: a elipse narrativa – 1ª parte

Os guionistas têm à sua disposição uma extensa gama de ferramentas que podem utilizar para enriquecer as suas obras. Uma das mais importantes é a elipse narrativa, uma ferramenta que é tão omnipresente que muitas vezes se torna invisível. 

imagem do filme Don't look Up

Os cinco porquês

Há cinco “porquês?” a que é especialmente importante responder logo no início da escrita de um guião. Descubra-os aqui.

Eu tenho uma regra, que tento seguir sempre, que é nunca impor uma estrutura narrativa à estória. Deixar que os personagens e a estória que você quer contar te digam qual é o jeito de contar essa estória. – Bráulio Mantovani (editado ligeiramente para maior clareza)

Eu tenho uma regra, que tento seguir sempre, que é nunca impor uma estrutura narrativa à estória. Deixar que os personagens e a estória que você quer contar te digam qual é o jeito de contar essa estória. – Bráulio Mantovani (editado ligeiramente para maior clareza)

O que deve entrar na capa de um guião

Todos os guiões começam com uma folha de rosto, onde são apresentadas as informações essenciais sobre a obra. Descubra aqui que informação deve incluir, e como apresentá-la.

Aristides de Sousa Mendes no Panteão

O herói português que salvou milhares de judeus e outros refugiados da perseguição nazi durante a 2ª Guerra Mundial recebeu no mês passado honras de Panteão Nacional. Conheça a versão ficcional da sua estória lendo o guião do filme.

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