Escrita

Estou a trabalhar na reescrita de uma série de televisão para a RTP, passada entre Portugal e Angola, no tempo presente e durante a guerra colonial. Lembraram-se de mim por…

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Calor

O calor está terrível. Saio de casa às 08h00 da manhã e, até chegar ao carro, fico com a camisa encharcada. Sou obrigado a chegar às reuniões com os clientes…

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Almera

Num spot de rádio para o Nissan Almera, ouvido hoje aqui em Portugal, uma namorada/mulher/amiga interpela o condutor do carro em que segue, pedindo-lhe para andar mais devagar. O rapaz - pela voz parece novo - responde que “com o Nissan Almera” é impossí­vel andar devagar“.Num paí­s onde morrem 1113 pessoas por ano em acidentes de automóvel (cito o número de memória, mas anda por aí­); onde o presidente da República se sente compelido a fazer uma presidência aberta dedicada í  sinistralidade rodoviária; onde as reformas do código da estrada se sucedem sem resultados aparentes; num paí­s assim, escrever um spot destes é um atentado, não só ao bom senso, não só í  ética profissional e í  decência humana, mas principalmente í s famí­lias de todas as ví­timas da nossa ”guerra das estradas“ (perdoem-me o cliché).Os miúdos acabados de sair do IADE que escreveram este spot não devem perceber estas minhas lamúrias.

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